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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

EM FRENTE E DE CABEÇA ERGUIDA!

   Passaram-se 13 rodadas até que o Atlético finalmente perdeu. Mas perdeu pra quem? Nada mais nada menos do que para o líder do campeonato, inclusive sendo a 7° vítima seguida do Cruzeiro. Foi goleado? Não, jogou bem apesar da dificuldade, tomou gol de um volante meia boca e passou os 20 minutos finais jogando por uma bola pra trazer um empate de BH.

AQUISIÇÃO: CAMISA DO ARTILHEIRO!
   Passaram-se 13 rodadas e vimos um Atlético completamente diferente daquele Atlético do começo do campeonato. Agora temos equilíbrio entre ataque e defesa, organização tática e jogadas de desafogo. Diante de tudo isso os valores individuais começaram a aparecer e o processo desencadeou a grande campanha que temos feito até então. Mas a que se deve esta campanha do Atlético?

   O Atlético passou a sufocar os adversários dentro de casa chutando 10, 15 vezes na meta adversária, isso tudo sem se importar se do outro lado era Bahia ou Botafogo. A pegada vem sendo a mesma e o respeito em atacar até o ultimo minuto vem sendo mantido independente do adversário.

   Fora de casa marca-se muito e no descuido do adversário mata-se jogos, isso tudo respeitando e encarando de frente qualquer um.

   Mas então porque não conseguimos manter a invencibilidade contra o Cruzeiro? Primeiro, porque obviamente o elenco milionário do Cruzeiro é muito forte e segundo porque jogamos para EMPATAR e quem joga pra empatar PERDE. Em nenhum outro jogo dentre os 13 atuamos com medo, nem mesmo contra o campeão da Libertadores no Horto ou contra o então líder, Botafogo de Seedorf. Contra o Cruzeiro foi diferente: jogamos pra empatar e perdemos.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

E AS NOSSAS CRIANÇAS?

   Como explicar pra uma criança que é bom torcer pro Atlético?

   Destaco essa pergunta sem nenhum tipo de intenção de criticar A, B ou C diretamente. A intenção é forçar uma reflexão que tem faltado para o clube há vários anos.

   Um pequeno Atleticano que nasceu em 2002 começou a entender o que acontecia dentro das 4 linhas em 2007. Retifiquemos as coisas que essa criança viu de lá pra cá: São 3 campanhas pra não cair, 1 queda, 1 série B e agora mais uma provável luta contra a maldita segundona. Em 7 anos apenas uma boa campanha (2010) em meio a 6 outras bizarras.

   Como fazer o “só eu sei por que eu não fico em casa” fazer sentido pra uma criança que vê o Atlético do tamanho de um Nautico da vida? Como despertar a mesma paixão que sentimos sem que os pequenos tenham a oportunidade de ver lances como os de Paulo Rink, Oseas, Lucas, Adriano, Kleber, Kelly, Alex Mineiro, Jadson, Washington, Dagoberto? Nosso torcedor fictício, hoje com 11 anos, viu quem jogar? Paulo Baier? Com todo o respeito, não chega perto de nenhum dos citados anteriormente. Nosso torcedorzinho não viu falarem do Atlético na TV por 5 meses e ele nunca vê falarem do Atlético em programas nacionais. É visível que não há como sustentar um discurso de paixão com essa motivação de hoje.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

CEMITÉRIO DA BOLA!

Saí de casa animado. Seria mais um final de semana na minha vida com jogo do Trétis. A empolgação era maior, pois agora temos “endereço fixo” até o final do ano, local central e... só.

Cheguei à Vila Capanema meia hora antes do velório. Sim, porque aquilo não era o meu Atlético. Confesso que fiquei impressionado com tudo que me cercava. Nossa torcida não entendendo o porquê da organizada ter decidido de repente que gosta de ver jogos na reta, os goleiros aquecendo ao longe (muito longe), a reta oposta completamente vazia e um silêncio sepulcral. Fiquei abismado com tudo aquilo e reparei que grande maioria não se impressionava com aquele clima bizarro. Lembrei que no ano passado quando o Atlético mandou jogos pelo Paranaense na mesma Vila Capanema eu estava viajando e não fui a nenhum dos jogos. Era nesse clima que a torcida acompanhava o time do Carrasco?

Confesso que me impressionei. Logo comecei a juntar os fatos e concluí: esse estádio foi projetado pra não fazer nenhuma pressão no gramado. Esse estádio foi projetado pra ser ruim. Esse estádio é a materialização de um “cemitério da bola”.

domingo, 2 de junho de 2013

ATACANTES DE VIDRO!

Desde a conquista do acesso no passado, sempre tive a certeza de que estávamos absolutamente tranquilos no que dizia respeito a cozinha rubro negra. De um lado o grande Manoel, o cidadão que impressionou Adriano Imperador pelo poderio de sua "carcaça". Do outro, Cleberson, zagueiro de boa estatura, veloz e com personalidade de quem estreou em meio a uma turbulenta série B e colocou a titularidade em baixo do braço. 

Manoel é um dos melhores zagueiros que vi jogar pelo Atlético. Pós "anos dourados" (99-2005) admirei e confiei em apenas 2 defensores: Paulo André e Manoel. O grande problema do "Carcaça" é que este nunca teve alguém que jogasse futebol no mesmo nível que o seu, para formação de uma dupla. Rhodolfo esboçou ser esse cara, mas preferiu virar purpurina. Quando fez dupla com Rafael Santos e Alex Fraga

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

AINDA DÁ TEMPO!


   E quem disse que seria fácil? Apesar dos pesares, ainda continuamos vivos na inglória luta para não sermos rebaixados à divisão onde o co-irmão da cidade, é rei. A partida do último domingo contra o Cruzeiro, novamente me trouxe a memória a máxima que venho martelando a 8 rodadas: A camisa rubro negra tem a sua mística.

   A atuação contra o Cruzeiro foi quase perfeita. Seria perfeita se não tivéssemos tido a falha de pelada de bairro protagonizada por Renan Rocha, que parece ter medo de desmanchar seu penteado de muso de sei lá onde. Marcinho e El Morro também foram figuras apagadas em campo, porém o primeiro obviamente se salva pelo gol assinalado.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

O INACREDITÁVEL ELENCO RUBRO NEGRO!

ELENCO 2011: MUITO INVESTIMENTO E POUCO RESULTADO!

   Assistir aos jogos do Atlético tem sido o castigo dos castigos, do ano de 2011. Já tivemos de tudo: técnico “maria mole”, técnico inventor, técnico vaidoso, jogador renegado, jogador aposentado, time sem vontade, time descontrolado, time que não faz gols, volante de atacante e muitos outros adjetivos e fatos bizarros. O resultado de toda essa combinação de falta organização com a falta de um planejamento minimamente decente, nos remete a idéia de que faltou desde janeiro à direção do Clube, convicção no que estavam fazendo com pitadas de “não faço a mínima idéia de como resolvo isso”. Que outro resultado poderíamos estar colhendo, senão ser o saco de pancadas oficial do campeonato?

   Quando um time não investe no futebol, normalmente tende a ter um grupo fraco e frágil, que mesmo que consiga por algum motivo embalar em determinado momento do campeonato, quase sempre perde força. O problema é quando um clube contrata 2 ou 3 times completos de atletas e mesmo assim não consegue formar um grupo que tenha 11 titulares de bom nível, e boas peças de reposição. Comentando friamente, no atual elenco, jogam fácil com a camisa do Atlético, Renan Rocha, Manoel, Fabrício e Deivid, com menções honrosas a Paulo Baier, Marcinho, e Cleber Santana, levando em conta milhares de variáveis como idade, vontade, seriedade e outros. De um clube com

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

COISAS DE ATLÉTICO!

O substituto de Lothar Matthäus!
   Só quem torce pro Atlético sabe que a instituição carrega algumas propriedades únicas. Uma delas nos foi novamente-desagradavelmente apresentada no amargo e gelado empate contra o Amériquinha de Minas. Perder chances de escapar com mais tranquilidade de situações complicadas ou de somar pontos preciosos numa corrida por título ou classificação para Libertadores, são coisas que estão encalacradas e enraizadas no manto vermelho e preto. Quem consegue esquecer aqueles 2 pontos deixados em Erechim em 2004, ou aqueles 2 pontinhos perdidos ano passado contra o Vasco na Arena, com direito a Inacreditável Futebol Clube com Nieto de cabeça no último lance? Não estou dizendo que os 2 pontinhos perdidos serão mortais. Apenas quero mostrar que quem acompanha o Trétis sabe que essas chances de fazer as coisas acontecerem facilmente, são quase sempre ignoradas pelo Rubro Negro.

   Quem poderia imaginar que ganharíamos do forte Cruzeiro de Montillo e empataríamos com o virtual rebaixado, Méquinha de Givanildo? O fato é que empatamos e tornamos a vitória no Atlétiba, de suma importância. Comentei que alcançar entre 10 e 12 pontos, dos 12 que disputaríamos seria ótimo. Ainda temos chance de nos mantermos dentro dos 83% de

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

COMO VOCÊ VÊ?


   Como você enfrenta as situações do seu cotidiano? Você é daqueles que vê tudo pelo lado negativo, ou é daqueles que sempre pensa que a sorte mudará a qualquer minuto e que as coisas darão certo? A forma com que você enfrenta as situações da vida rege a maneira com que você lida com o Atlético. Aquela história do copo meio cheio ou meio vazio e de como você o vê é batida, mas é muito real.

   O Atlético tem sido outro time desde que, finalmente podemos ter na ponta da língua qual é o nosso 11 titular. Mas não é só esse o fator que tem feito o time melhorar. O fator “PROFESSOR” tem sido um grande diferencial e divisor de águas entre os times que víamos entrar em campo desde janeiro e o time que joga desde a chegada do Renato. Nosso elenco finalmente está virando um grupo. Agora não somos mais aquele grupo de pagode desafinado que tocava o samba do crioulo doido, dentro de campo. O meu modo de ver o copo “metade cheio” se fortaleceu depois de assistir nossas 2 últimas partidas fora de casa. Claro que sempre quero o

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

PEIXE SE PESCA PELO TOPETE!

                                                                                                     (Atlético 3 x 2 Santos)                         
Deivid: Jogando o fino da bola!
   Era o time sensação do Brasil, nos últimos 2 anos. Furacão na lanterninha do Campeonato, imprensa Paranaense e do eixo cantando antecipadamente vitória do Santos dentro da Arena e muitos torcedores, também cantando derrota antes do tempo, com alguns comentários sobre já estarmos rebaixados depois daquela virada absurda sofrida em Fortaleza. O que se podia esperar na Baixada, frente a um quadro tão negativo? Estádio vazio, com muita chuva e vitória do Santos ao natural. O que realmente se viu? Um estádio lotado, cantando o jogo todo e relembrando os velhos tempos da baixada, onde nada era cinza e o calor do caldeirão fazia até os grandes craques tremerem. A hora agora é de ficar de olho no Furacão, porque finalmente estamos entrando no campeonato, mesmo que com 12 rodadas de atraso.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

SE CONTAR NINGUÉM ACREDITA!

                                                                                                                                   (Ceará 2 x 1 Atlético)
- SENSAÇÃO!
  
O ANTICLÍMAX! 
 Você já foi roubado ou furtado? Quem já foi, sabe a sensação de impotência e desalento que se sente na hora do ocorrido. Ontem, após o segundo gol do time Cearense, me senti assim. Sensação péssima de quem teve o carro roubado, mas não pela habilidade da bandidagem e sim porque o carro foi deixado com o alarme desligado e a chave na ignição. 

Os gols perdidos pelo Atlético no jogo de ontem eram um triste prenuncio de coisa ruim para um time que está tentando tirar a uruca das costas. Tem chance de guardar a gordinha no barbante? Chute com força, com raiva, com vontade de recolher o goleiro pra dentro da meta, porque não sei vocês, mas se era pra errar, que pelo menos fosse dando um pancada pro gol e não uma cavadinha né Kleberson?

O papo de evolução do time pode até entrar em pauta, mas enquanto evoluímos, jogamos com vontade e quase ganhamos todos os jogos, a situação vai ficando pretíssima. Nem adianta falar em sequencia difícil, porque nesse campeonato todos os jogos são difíceis. O que me impressiona é que

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O ESTRANHO CASO DE JOFFRE GUERRÓN!

   Em 2008 a Warner, trouxe as telas do mundo inteiro um filme chamado “O Estranho Caso de Benjamin Button”. Pra quem não teve a oportunidade de ver o filme eu explico rapidamente. Trata-se da história de um cara que nasceu com aparência e sintomas de um idoso e que a medida que sua idade real aumentava, a idade biológica regredia, ou seja, quanto mais novo aparentava ser, mais idade tinha.

   Joffre Guerrón chegou ao Atlético em 2010, com pompa de ser o jogador mais caro já contratado no futebol paranaense. Veio com cartaz de jogador veloz e rompedor, que chega do meio campo à área do adversário com muita rapidez  arrematando forte. Campeão da Libertadores de 2008 pela LDU, fez partidas épicas, tornando-se então, alvo de cobiça de vários clubes.

   Guérron tem quase 40 jogos no Atlético e 10 gols marcados. No ano passado foi peça importante na campanha que quase nos levou a Libertadores 2011. Neste ano, o Equatoriano não fez ainda NENHUMA partida da qual possamos lembrar com orgulho. O pior de tudo, é que a cada

domingo, 5 de junho de 2011

DÉJÀ VU ETERNO?

   Tristeza, indignação, fadiga, chateação, raiva, medo, frustração, incredulidade, conformação... Esses são alguns dos muitos sentimentos que passam antes, durante e depois dos jogos, pela cabeça e coração do torcedor Atleticano. Se fosse pra tentar listar absolutamente todos, faltaria espaço.

   A escassez de bom futebol, gols e vitórias faz com que todos os problemas do Atlético borbulhem de uma só vez. A atual fase está tão maçante, que os jornais, se quiserem, não precisam nem escrever matérias novas pra edição da Coxa-feira. Os problemas são sempre os mesmos, é só requentar.

   Hoje, absolutamente tudo é motivo para discussão e atrito no que diz respeito ao Atlético. Algumas perguntas passam pela cabeça de todos os Atleticanos: O que fizeram com o Trétis? Onde está o meu furacão? Além destas perguntas que tentamos responder

segunda-feira, 30 de maio de 2011

TRÉTIS EM: USANDO ENFORCADOR!

   Mais um jogo e mais um capítulo da novela das insanidades, teimosias e escalações absurdas. Da última vez, um adversário mediano que se explorado com um pouco mais de inteligência, poderia ter nos rendido ponto(s) fora de casa. Desta vez, um adversário completamente limitado, com 6 ou 7 desfalques e jogando dentro do nosso antigo caldeirão. O que fazer? Ir pra cima ou insistir no erro pelo 4º jogo seguido? Adilson escolheu a segunda opção.

Jogador do Trétis que tenta passar do meio de campo!
   Acompanhando o que vem acontecendo com o Atlético nos últimos jogos, tenho a impressão de que o elenco está preso a uma coleira, tentando sair do lugar, mas muito bem preso pelo seu “dono”. E pior meus amigos, a coleira é daquelas, tipo ENFORCADOR, que quando o animalzinho tenta puxar ou escapar, leva uma tremenda estrangulada pra aprender a não desobedecer o dono novamente. Explico: desde que teve início essa insistência imbecil pelo esquema a lá Barcelona, temos um time completamente desencontrado no 1º tempo e quando Adilson resolve tirar a coleira e deixar os jogadores atacarem, o time melhora absurdamente. É como se no 2° tempo, fosse tirada a coleira que estrangula e amedronta os jogadores com aquele papo

segunda-feira, 23 de maio de 2011

PEZÃO EM: CAVANDO A PRÓPRIA COVA!

   Com certeza todas as pessoas sabem exatamente o significado do termo “cavar a própria cova”. Se você não sabe, Adilson Batista te ajuda a entender. O cara chegou ao Trétis com pinta de técnico de ponta e com fama de ser Atleticano, sócio do clube e blá blá blá. A força dessa combinação de fatores foi tão forte que nós atleticanos, numa quase totalidade, nos fizemos de bobo no episódio lamentável da demissão de Geninho. Não discuto se Geninho é ou não bom técnico, mas o fato é que com os números que tinha, ficaria difícil mandar embora até o pobre Giva.

   Após chegada com mudança na postura do grupo e discurso de que o Atlético tinha que se impor como time grande que o é, Pezão vem dando aula de antagonismo. Agora o discurso é outro. Esse é um pequeno trecho da coletiva de Adilson pós derrota para o Atlético Mg: "Se tivesse entrado com Madson, Branquinho e Paulo (Baier), o prejuízo seria muito maior. Se tivesse dois atacantes e dois meias, tomava seis (gols)". Então quer dizer que antes deveríamos nos portar como grande clube e

quinta-feira, 19 de maio de 2011

VAI COMEÇAR DE NOVO!

   Sábado é dia de Trétis em campo estreando no Brasileirão 2011. É dia de novamente renovarmos nossa crença em tentarmos repetir mais um brilhante campeonato como o de 2001 ou outro campeonato empolgante como em 2004. É dia de fazer de conta que nada aconteceu até aqui e acreditar que esse time vai encaixar e voar baixo. É dia de acreditar até o fim, até dezembro. Fazer o que? Somos atleticanos, e só quem o é sabe da paixão muitas vezes não correspondida que vivemos desde sempre.

   Adilson tem bons retrospectos nos últimos campeonatos brasileiros que disputou e sinceramente acho que tem um time razoavelmente bom em mãos. Nosso elenco tem alguns jogadores nos quais podemos confiar como, por exemplo, Renan Rocha, Rômulo, Manoel, Deivid, Paulo Baier, Mádson, Branquinho, Adaílton e Nieto. Outros ainda que já mostraram ter potencial e que podem ajudar muito se quiserem, como por exemplo, Rafael Santos, Paulo Roberto, Cleber Santana, Heverton e Guerron. É cravar um esquema tático que a boleirada entenda e largar a síndrome de Barcelona. Futebol é coisa simples, que técnicos teimam em tentar fazer parecer difícil, tipo aquele professor de matemática que todo mundo já teve um dia.

   Torcer pro Atlético é como estar em uma montanha russa muito doida. Tem susto, tem grito e tem medo, mas no final todo mundo sai feliz da vida!

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

ASSIM, 2011 PROMETE! (por @HenStockler)

   O final de semana já começava bem com a grande notícia da contratação de Mádson. O baixinho é marrento e por onde passou jogou um grande futebol. No Vasco foi o melhor jogador disparado mesmo quando da queda. No Santos desse ano era um reserva de luxo no 1° semestre do Peixe. As informações que chegam é que o cara, assim como tantos outros boleiros, curte alguns excessos, problema esse que deve ser resolvido pela diretoria, para que tenhamos um ótimo jogador atuando em alto nível desde o começo do ano. A contratação de Mádson é um GOLAÇO da diretoria. Se contratações de verdade como essa vieram desde o início do trabalho, tenho certeza que teremos um 2011 melhor ainda. 

   Pelo que está sendo comentado a diretoria tem intenção de trazer mais 5 jogadores. Dentre estes, necessitamos de um centro avante com faro de gol.
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