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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

CAÍMOS SIM, MAS COM DIGNIDADE!

E a invencibilidade?

   Enfim o namoro virou casamento. E foi um namoro longo. Foram 5 anos flertando com a 2ª divisão (2006, 07, 08, 09 e 11). Vimos nosso rival cair 2 vezes de 2005 pra cá e mesmo assim não aprendemos com erros ocorridos no quintal da nossa casa. O Atlético é teimoso e teve que colocar o dedo na tomada para acreditar que tal ação resulta num choque.

   Todo Atleticano sabe que o rebaixamento não veio naquele impedimento mal marcado a favor do Cruzeiro em Sete Lagoas e muito menos durante aquela atuação apática contra o América de Minas em Uberlândia. O descenso foi “construído” durante todo o campeonato. As primeiras pedras foram colocadas quando nas 10 rodadas iniciais assinalamos apenas UM PONTO. Encaminhamos bem a obra durante todo o campeonato, com as costumeiras panes, onde deixamos jogos ganhos, virarem amargos empates ou derrotas. As 8 rodadas finais jogamos tal qual um aluno que não estudou durante todo o ano letivo e que quando vê a água bater no pescoço, tenta desesperadamente tirar o 9,5 que precisa na prova final.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

E VOCÊ, VAI DESISTIR DO ATLÉTICO?

   
    “Eu como centroavante, como o cara que tem que puxar esse time, tenho que acreditar sempre, por isso decidimos o jogo...” Washington Coração Valente, após virada histórica do Atlético sobre o Flamengo com 2 gols nos 5 minutos finais.
   E se Ziquita tivesse achado que não dava mais, ao entrar naquele clássico em 78? E se Jorginho, Nowac, Oseas, Andrei e companhia tivessem desistido aos 30 segundos do 2º tempo do Atletiba de 1997, quando tomaram o 2 a 0? E se depois de ir pro intervalo com 0 x 1 no placar da semifinal de 2001 contra o Fluminense, Souza, Kleber, Alex Mineiro e companhia tivessem achado que não daria para virar? E se em 2004, aos 42 minutos do 2º tempo Washington tivesse achado que o placar era irreversível? E se nas quartas de final da Libertadores de 2005, contra o badalado Santos de Robinho, a rapaziada tivesse desistido após tomar 0 x 1 e ter Alan Bahia expulso ainda no 1º tempo?

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

ATESTADO DE INCOMPETÊNCIA!

    A vergonhosa atual situação do Atlético não pode ser creditada de forma alguma ao jogo do último domingo, contra o América. Sem pesquisar muito, somente puxando pela memória, recordo facilmente de 7 pontos perdidos pelo Atlético de forma bisonha, para times da zona do rebaixamento. (2 pts de presente pro América [C], 2 pts para o Avaí [C], 3 pontos entregues ao Ceará [F]). Somando esses 7 pontos com os 38 míseros que temos, chegaríamos a 45, número que nos livraria tranquilamente da série B.

   Apesar de toda a força feita por direção, comissões técnicas e jogadores do Atlético, chegamos à penúltima rodada com boas chances de escapar da degola. No meu último post no blog, (AINDA DÁ TEMPO!) escrevi sobre o caminho que teríamos para alcançar tal meta. Nele descrevi uma rodada com empate entre Ceará e Cruzeiro e a chamei de “Cenário Perfeito”. E não é que o tal cenário aconteceu mesmo?

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

AINDA DÁ TEMPO!


   E quem disse que seria fácil? Apesar dos pesares, ainda continuamos vivos na inglória luta para não sermos rebaixados à divisão onde o co-irmão da cidade, é rei. A partida do último domingo contra o Cruzeiro, novamente me trouxe a memória a máxima que venho martelando a 8 rodadas: A camisa rubro negra tem a sua mística.

   A atuação contra o Cruzeiro foi quase perfeita. Seria perfeita se não tivéssemos tido a falha de pelada de bairro protagonizada por Renan Rocha, que parece ter medo de desmanchar seu penteado de muso de sei lá onde. Marcinho e El Morro também foram figuras apagadas em campo, porém o primeiro obviamente se salva pelo gol assinalado.

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

NÃO TEMERÁS A PRÓPRIA MORTE!

Honrem esse manto!

   Futebol, além de talento, grupo, comando e outros fatores, depende fortemente do fator psicológico. Quando se tem um grupo de jogadores sem confiança suficiente para desenvolverem suas funções dentro de campo, corre-se o risco de acontecerem os mais escabrosos lances de azar, falta de competência e bizarrice que o futebol pode nos apresentar.

   O ano do Atlético é com certeza o pior dos últimos 15, pois mesmo em outros anos com times fracos como o de hoje, tivemos algumas partidas memoráveis ou algum ponto positivo. No ano de 2011 só consigo me lembrar do jogo contra o Bahia pela Copa do Brasil, como partida de gala. Todos os outros jogos do ano sempre tiveram uma pitada de melancolia. Tanto é verdade, que conseguimos num período de 3 meses, ver dois gols contra de bola recuada, dentro da nossa Arena, coisa que se vê a cada 10 anos no futebol.

segunda-feira, 4 de julho de 2011

QUEDA LIVRE!

Imagem: UOL Esporte
Se você ainda está aqui interessado em ler conteúdo sobre o Clube Atlético Paranaense, você com certeza é maluco como eu. Porque só não batendo bem das idéias pra se sentar em frente à televisão, e assistir uma morte anunciada, como eu e você fizemos na quinta feira, noite em que servimos de sparring para um pugilista preguiçoso chamado Fluminense. Mas o que é o Atleticano senão um maluco que renova suas esperanças desde 2007, cada vez que o time entra em campo, torcendo para que os dias dourados voltem para os lados da Baixada?

A situação atual está calamitosa. Já se tentou quase tudo dentro do Atlético em apenas 6 meses. Já trocaram técnicos, já fizeram dispensas, já contrataram vários jogadores, já falaram demais, já falaram de menos, já mudaram o esquema tático, já barraram jogador que não servia, já recolocaram o mesmo jogador 2 rodadas depois como esperança... As tentativas de acertar foram várias, porém o grande problema é que nenhuma das atitudes tomadas foi realizada com convicção. A impressão que eu como torcedor tenho, é que temos um monte de aventureiros, quem sabe até bem intencionados, achando que futebol se faz na base da
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