O sujeito leva uma vida corrida cheia de stress, compromissos e reuniões. Quase nunca "tem tempo" de prestar a atenção na própria saúde. Aí de uma hora pra outra começa a sentir cansaço excessivo, tem dificuldades pra vencer uma escadaria, sente tonturas, o braço
formiga de vez em quando... se o sujeito não estiver atento os problemas serão fatais. O caminho óbvio é procurar um cardiologista pra tentar resolver a questão antes que seja tarde demais, mas sempre há o teimoso que ignora os recados da morte e segue a vida como se nada estivesse acontecendo.
Sou um torcedor comum e como tal, tenho muitas dificuldades de conseguir separar emoção e razão quando o assunto é o Atlético. Depois de um 2013 sensacional, foi mais do que natural imaginar o que os comandados de Mancini poderiam fazer na Libertadores com toda aquela velocidade e entrosamento, porém, surpreendentemente, o ano já virou sem Mancini no comando técnico do Trétis. A partir daí a morte começou a enviar recados ao Atlético: 
