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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

A SOLUÇÃO DA VIOLÊNCIA NA PONTA DOS DEDOS!

   Vamos nos aproximando do final do campeonato e temos reais chances de irmos a Libertadores da América em 2014. Vamos trilhando o caminho dentro do G4 com uma campanha surpreendente e que ironicamente não apresenta disputa com times do eixo, a exceção do Botafogo. Consequentemente, tirando um ou outro erro pontual e normal, não temos enfrentado problemas com arbitragens tendenciosas. Maravilha. E o que pode nos atrapalhar então, já que temos um bom time de futebol, uma boa campanha e não vamos enfrentando o "apito amigo"? Nossa torcida!

   Falar em "torcida" neste caso é bastante imprudente e descabido. Torcida somos eu e você que vamos ao estádio para TORCER. O nosso limitador deste ano pode-se chamar seguramente de BANDIDOS.

   Sem precisar descrever os fatos passados vou ao ponto principal da discussão onde o Atlético JÁ perdeu 3 mandos de campo e ainda pode ter essa conta aumentada. Mas porque o clube não toma providência nenhuma?

"... mas o clube já suspendeu estes sócios...". Pare! Não resolve. Empresta o smart card de um amigo e vai ao jogo brigar de novo.

"...Mas eles estavam defendendo A, ou B..." ou "...Não sei quem havia roubado materiais da torcida A ou B..." ou ainda "...são dissidentes de A que estão agora em B...". Sinceramente, absolutamente nada disso me importa. Resolvam-se como quiserem, mas jamais dentro do estádio.

"...Deveriam proibir o empréstimo de smart card..." Balela. Privar 20 mil e a possibilidade de bons públicos por culpa de 50?

"...Deveriam proibir as organizadas..." Não é a solução. Tudo que é proibido se organiza e se torna pior. Proibir organizada não resolve os problemas. Serão as mesmas pessoas, mas sem os materiais que os identifica.

Todas as soluções radicais apresentadas não funcionam. Proibições de organizadas, cerveja, empréstimos de smarts, tudo isso é o mesmo que sacrificar o cachorro que tem pulgas em vez de comprar um shampoo que livre o animal dos parasitas. Alguém faria isso? Então porque ser radicalmente burro quando o assunto é futebol?

A solução é mais simples do que se pensa. São 4 os passos que tornariam o estádio mais seguro, afastaria bandidos, traria mais famílias para os jogos, serviria de exemplo para o país, nos livraria da perda de mandos de jogo e aos poucos solucionaria o problema da violência:

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

EM FRENTE E DE CABEÇA ERGUIDA!

   Passaram-se 13 rodadas até que o Atlético finalmente perdeu. Mas perdeu pra quem? Nada mais nada menos do que para o líder do campeonato, inclusive sendo a 7° vítima seguida do Cruzeiro. Foi goleado? Não, jogou bem apesar da dificuldade, tomou gol de um volante meia boca e passou os 20 minutos finais jogando por uma bola pra trazer um empate de BH.

AQUISIÇÃO: CAMISA DO ARTILHEIRO!
   Passaram-se 13 rodadas e vimos um Atlético completamente diferente daquele Atlético do começo do campeonato. Agora temos equilíbrio entre ataque e defesa, organização tática e jogadas de desafogo. Diante de tudo isso os valores individuais começaram a aparecer e o processo desencadeou a grande campanha que temos feito até então. Mas a que se deve esta campanha do Atlético?

   O Atlético passou a sufocar os adversários dentro de casa chutando 10, 15 vezes na meta adversária, isso tudo sem se importar se do outro lado era Bahia ou Botafogo. A pegada vem sendo a mesma e o respeito em atacar até o ultimo minuto vem sendo mantido independente do adversário.

   Fora de casa marca-se muito e no descuido do adversário mata-se jogos, isso tudo respeitando e encarando de frente qualquer um.

   Mas então porque não conseguimos manter a invencibilidade contra o Cruzeiro? Primeiro, porque obviamente o elenco milionário do Cruzeiro é muito forte e segundo porque jogamos para EMPATAR e quem joga pra empatar PERDE. Em nenhum outro jogo dentre os 13 atuamos com medo, nem mesmo contra o campeão da Libertadores no Horto ou contra o então líder, Botafogo de Seedorf. Contra o Cruzeiro foi diferente: jogamos pra empatar e perdemos.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

PRIORIDADES E PÉS NO CHÃO!

Quem me conhece sabe que trato futebol de maneira bastante racional, mesmo quando falo do Atlético. Por se tratar de um time médio no cenário nacional, muitas situações devem ser analisadas de outra maneira. O que para o pessoal do eixo é simples e fácil, pra nós é mais complicado e sofrido. E ser Atleticano é bom justamente por isso: Cada gol, cada lance, cada título tem um gosto especial e diferente.

Nosso começo de ano foi muito conturbado com a questão da super pré temporada. Concordei com uma preparação maior, mas achei que poderíamos ter jogado as partidas em casa para que a boleirada adquirisse ritmo de jogo. Não foi feito e pagamos o preço nas primeiras rodadas do nacional. O futebol era ofensivo, mas tomávamos gols em lances bobos de pura falta de ritmo.

No lado verde da cidade tudo foi feito de maneira diferente. O elenco principal voltou de férias e com 3 ou 4 rodadas já atuava. O resultado todos já sabem: tetracampeonato que tanto saborearam e inicio surpreendente no nacional.

Os meses se passaram e o Atlético, após troca de treinador, começou a jogar bola. Cada atleta em sua posição e o mais importante, tesão em jogar com nossa camisa. O resultado da pré temporada? Um time que corre os 90 minutos atropelando adversários fisicamente e com pouquíssimos atletas no DM.

Do outro lado cidade perde-se um atleta por jogo. O craque do time de idade avançada sofre as consequências da maratona de jogos. A baita campanha nos primeiros 25% de campeonato já vai tomando ares de queda livre na tabela. Será que valeu a pena jogar desde meados de Janeiro e agora ter 13 atletas no DM? E tem diretor que tem a cara de pau de vir a publico falar que ficar com 13 atletas no DM faz parte do projeto. Risível né? Cada um com suas prioridades.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

SEMANA DECISIVA! (por @HenStockler)

Ingressos de grandes jogos do Trétis
   A semana Atleticana tem tudo para ser perfeita. Iniciamos a coxa-feira a 4 pontos do Corinthians e finalizamos a mesma dentro do volátil G4. A nossa torcida começa a sonhar com a volta para o maior torneio do Continente. Seria simplesmente nossa 4ª Libertadores. O gosto de ter disputado a final do torneio na nossa última passagem ainda existe e aumenta ainda mais a vontade de voltar a disputa-la, já que o Trétis vem provando que está no seleto grupo de times que sabem jogar torneios internacionais.

   Na foto acima, além do ingresso da inauguração da Arena, os ingressos dos 4 jogos da Libertadores de 2000 disputada pelo Trétis. Bons tempos. Depois de eliminar na seletiva em 99 times como, Portuguesa, Coxinha, São Paulo e Cruzeiro, debutamos na Libertadores dando show. Na época fizemos a melhor campanha da 1ª fase entre os brasileiros. Contra o Atlético MG, ainda tenho na memória a triste lembrança de ver o Gabiru batendo o penalti decisivo na lua. 

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