segunda-feira, 23 de abril de 2012

REPÚBLICA DO LENÇO DE PAPEL!

   Nossa torcida está se tornando um mar de lamentações, insuportável. Arbitragem, FPF, RPC, PFC, e todo o resto do mundo está contra nós. Todos os nossos revezes tem uma explicação lógica e plausível que quase sempre mostra que o mal resultado não é culpa nossa.

   Quando deixamos de “temer a própria morte” e nos tornamos criadores de teorias de conspiração e perseguição que justificam tudo que acontece de errado com o Atlético?

   É chegada a hora de voltarmos a ser o Atlético que o próprio Petraglia, em 1996, nos fez começar a enxergar como caminho viável e único. O Atlético que não depende de ninguém para alcançar seus objetivos, que não se importa com o que um babaca ou outro está dizendo num jornal/rádio/programa de tv ou o Atlético que com um jogador a menos ou com um gol atrás do placar, vai atrás do resultado e vira o jogo suando sangue. Chega de usarmos nossas energias para criarmos desculpas e teorias mirabolantes.

quinta-feira, 8 de março de 2012

É PROIBIDO FALAR!

   Em 1964, Roberto Carlos lança um sucesso de nome É Proibido Fumar, escrito por ele mesmo em parceria com Erasmo Carlos. De lá pra cá muitos grandes artistas tais como Rita Lee, Raul Seixas, Skank e o próprio Erasmo, regravaram a música dentro de seus estilos.

   Em meados de 2009, o Clube Atlético Paranaense sofre uma ruptura política e vê o surgimento de uma oposição forte e bastante atuante. Desde então, toda e qualquer atitude tomada pelo antigo presidente, sempre foi vista com olhos negativos, gerando pressão sobre seu mandato. Obviamente Marcos Malucelli teve uma péssima gestão, com muitos erros primários e falta de postura em muitos momentos, mas até mesmo fatos onde não se viam erros, eram demonizados.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NEM 8 NEM 80!

   Passadas 5 rodadas desde o início do famigerado ruralzão, já podemos ter pelo menos uma idéia de como estão as coisas no futebol do Trétis.

    No início do ano quando não apresentamos nenhum reforço, comentei com alguns amigos que se nosso técnico uruguaio conseguisse fazer nosso elenco atual dar um caldo, ele merecia uma placa na nova Arena. A verdade é que Carrasco tem virtudes e defeitos. Como pontos positivos, ele demonstra, por exemplo, poder de liderança sobre o grupo com o qual trabalha, gosta de jogar ofensivamente, mas mesmo assim vem conseguindo armar um esquema onde o time todo joga defensivamente sem a bola e parece gostar de fazer rodízio com os jogadores do elenco, assim dando chance para todos. Em contrapartida, Carrasco algumas vezes peca na maldita mania que todos os técnicos têm: a Síndrome da Invencionice Aguda.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

SEM INVENÇÕES, POR FAVOR!

   Não é de hoje que o torcedor Atleticano vem tendo que se acostumar com testes e invenções impressionantes, elaboradas dentro do CT do Caju. A coisa da invenção é tão forte, que as vezes chega a parecer que é uma regra, constante no contrato dos treinadores: “Terá o Sr. XXX, a obrigação de deixar à instituição Atlético Paranaense, pelo menos 1 (UMA) invenção, para fins de estudo da paciência do torcedor e de incitação a chacota de torcedores rivais e imprensa do Estado.”

   Analisando o assunto rapidamente pude lembrar de alguns nomes de treinadores que por aqui passaram recentemente e que já fizeram suas experiências no Ct do Caju:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

E QUANDO O DESAFORTUNADO É ORGULHOSO?

"Já havia passado 5 anos desde que aquele mendigo aparecera em frente à loja de Petráquio. Todos os dias, ao abrir as portas do seu comércio Petráquio observava a situação daquele ser sem semblante, sem objetivos, sem vida. Algumas vezes surpreendeu-se ao ver transeuntes sendo ignorados pelo fétido mendigo, quando estes lhe ofereciam algum trocado ou algo para comer. Refletindo sobre essas situações e tentando ajudar o mendigo, Petráquio certa vez se aproximou do pobre homem, e lhe fez uma proposta: O mendigo deveria somente segurar uma placa que continha o nome do comércio de Petráquio e uma seta em destaque apontando para a porta da loja. Para que o mendigo fizesse isso, o comerciante lhe pagaria 100 dinheiros por semana. O mendigo então, em atitude surpreendente, olhou pra cima com ar de nobre e contrapropôs 500 dinheiros por semana. Petráquio não acreditou no que ouviu, pois acompanhava diariamente o drama vivido pelo pobre mendigo que nem meio dinheiro possuía. O

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O MAIOR PRESENTE DA HISTÓRIA!

   Como não associar Natal ao Atlético? Ainda não encontrei forma de dissociar uma coisa da outra e também nem quero. Todos os Atleticanos do mundo acordaram no dia 24 de dezembro de 2001 com apenas um pensamento: EU SOU CAMPEÃO BRASILEIRO!

   Inesquecível. Durante todo o campeonato de 2001, jogos épicos. Como esquecer as goleadas fora de casa frente à Ponte Preta e Santa Cruz? Como não lembrar com lágrimas nos olhos do 6 x 3 no Bahia, com show de Kleber? Como esquecer daquela formação que jamais sairá da memória e da ponta da língua do Atleticano? Flavio, Alessandro, Gustavo, Nem, Rogério Correa e Fabiano. Cocito, Kleberson e Adriano. Kleber e Alex Mineiro. Claro que eu e você sempre fazemos questão de citar as participações especiais do reserva de luxo, Souza.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PODRIDÃO E CONIVÊNCIA!

“Em meados do ano passado, os sócios do BMG criaram o fundo de investimento Soccer BR1, para operar a compra e venda de jogadores. O BMG é cotista único do fundo, no qual investiu até agora perto de R$ 50 milhões. Não é dono sozinho do direito econômico de nenhum dos 60 jogadores que possui – seu modelo de negócios privilegia as participações, nunca superiores a 50%. Dessa forma, garante o interesse de outros sócios na venda do atleta, incluindo prioritariamente o clube onde ele atua. 'Não adianta investir 100%, porque na hora de vender o cartola diz ‘‘Poxa, vou criar um desgaste com a torcida e não vou levar nada?’’ Aí, faz de tudo para barrar a negociação', afirma Ricardo Guimarães.” Só neste ano o BMG vendeu os jogadores Gil e Henrique, que atuaram pelo Cruzeiro. (REVISTA ÉPOCA)

   Estamos quase completando uma semana de rebaixamento à série B do Brasileiro. O torcedor Atleticano apaixonado e louco pelo clube, parece já ter superado o descenso e se foca nas eleições do clube.

   Enquanto “esquecemos” mesmo que por hora o rebaixamento, continuam pipocando aos montes na imprensa mineira, rumores fortíssimos sobre o resultado absurdo do clássico local. Lendo algumas dessas notícias, fiquei realmente chocado e enojado com as evidências sórdidas de entrega do clássico. Abaixo listo algumas das evidências que rolam por aí:

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