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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

NEM 8 NEM 80!

   Passadas 5 rodadas desde o início do famigerado ruralzão, já podemos ter pelo menos uma idéia de como estão as coisas no futebol do Trétis.

    No início do ano quando não apresentamos nenhum reforço, comentei com alguns amigos que se nosso técnico uruguaio conseguisse fazer nosso elenco atual dar um caldo, ele merecia uma placa na nova Arena. A verdade é que Carrasco tem virtudes e defeitos. Como pontos positivos, ele demonstra, por exemplo, poder de liderança sobre o grupo com o qual trabalha, gosta de jogar ofensivamente, mas mesmo assim vem conseguindo armar um esquema onde o time todo joga defensivamente sem a bola e parece gostar de fazer rodízio com os jogadores do elenco, assim dando chance para todos. Em contrapartida, Carrasco algumas vezes peca na maldita mania que todos os técnicos têm: a Síndrome da Invencionice Aguda.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

SEM INVENÇÕES, POR FAVOR!

   Não é de hoje que o torcedor Atleticano vem tendo que se acostumar com testes e invenções impressionantes, elaboradas dentro do CT do Caju. A coisa da invenção é tão forte, que as vezes chega a parecer que é uma regra, constante no contrato dos treinadores: “Terá o Sr. XXX, a obrigação de deixar à instituição Atlético Paranaense, pelo menos 1 (UMA) invenção, para fins de estudo da paciência do torcedor e de incitação a chacota de torcedores rivais e imprensa do Estado.”

   Analisando o assunto rapidamente pude lembrar de alguns nomes de treinadores que por aqui passaram recentemente e que já fizeram suas experiências no Ct do Caju:

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

E QUANDO O DESAFORTUNADO É ORGULHOSO?

"Já havia passado 5 anos desde que aquele mendigo aparecera em frente à loja de Petráquio. Todos os dias, ao abrir as portas do seu comércio Petráquio observava a situação daquele ser sem semblante, sem objetivos, sem vida. Algumas vezes surpreendeu-se ao ver transeuntes sendo ignorados pelo fétido mendigo, quando estes lhe ofereciam algum trocado ou algo para comer. Refletindo sobre essas situações e tentando ajudar o mendigo, Petráquio certa vez se aproximou do pobre homem, e lhe fez uma proposta: O mendigo deveria somente segurar uma placa que continha o nome do comércio de Petráquio e uma seta em destaque apontando para a porta da loja. Para que o mendigo fizesse isso, o comerciante lhe pagaria 100 dinheiros por semana. O mendigo então, em atitude surpreendente, olhou pra cima com ar de nobre e contrapropôs 500 dinheiros por semana. Petráquio não acreditou no que ouviu, pois acompanhava diariamente o drama vivido pelo pobre mendigo que nem meio dinheiro possuía. O

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

O MAIOR PRESENTE DA HISTÓRIA!

   Como não associar Natal ao Atlético? Ainda não encontrei forma de dissociar uma coisa da outra e também nem quero. Todos os Atleticanos do mundo acordaram no dia 24 de dezembro de 2001 com apenas um pensamento: EU SOU CAMPEÃO BRASILEIRO!

   Inesquecível. Durante todo o campeonato de 2001, jogos épicos. Como esquecer as goleadas fora de casa frente à Ponte Preta e Santa Cruz? Como não lembrar com lágrimas nos olhos do 6 x 3 no Bahia, com show de Kleber? Como esquecer daquela formação que jamais sairá da memória e da ponta da língua do Atleticano? Flavio, Alessandro, Gustavo, Nem, Rogério Correa e Fabiano. Cocito, Kleberson e Adriano. Kleber e Alex Mineiro. Claro que eu e você sempre fazemos questão de citar as participações especiais do reserva de luxo, Souza.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

PODRIDÃO E CONIVÊNCIA!

“Em meados do ano passado, os sócios do BMG criaram o fundo de investimento Soccer BR1, para operar a compra e venda de jogadores. O BMG é cotista único do fundo, no qual investiu até agora perto de R$ 50 milhões. Não é dono sozinho do direito econômico de nenhum dos 60 jogadores que possui – seu modelo de negócios privilegia as participações, nunca superiores a 50%. Dessa forma, garante o interesse de outros sócios na venda do atleta, incluindo prioritariamente o clube onde ele atua. 'Não adianta investir 100%, porque na hora de vender o cartola diz ‘‘Poxa, vou criar um desgaste com a torcida e não vou levar nada?’’ Aí, faz de tudo para barrar a negociação', afirma Ricardo Guimarães.” Só neste ano o BMG vendeu os jogadores Gil e Henrique, que atuaram pelo Cruzeiro. (REVISTA ÉPOCA)

   Estamos quase completando uma semana de rebaixamento à série B do Brasileiro. O torcedor Atleticano apaixonado e louco pelo clube, parece já ter superado o descenso e se foca nas eleições do clube.

   Enquanto “esquecemos” mesmo que por hora o rebaixamento, continuam pipocando aos montes na imprensa mineira, rumores fortíssimos sobre o resultado absurdo do clássico local. Lendo algumas dessas notícias, fiquei realmente chocado e enojado com as evidências sórdidas de entrega do clássico. Abaixo listo algumas das evidências que rolam por aí:

CLIQUE NA IMAGEM PARA AMPLIAR!

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

CAÍMOS SIM, MAS COM DIGNIDADE!

E a invencibilidade?

   Enfim o namoro virou casamento. E foi um namoro longo. Foram 5 anos flertando com a 2ª divisão (2006, 07, 08, 09 e 11). Vimos nosso rival cair 2 vezes de 2005 pra cá e mesmo assim não aprendemos com erros ocorridos no quintal da nossa casa. O Atlético é teimoso e teve que colocar o dedo na tomada para acreditar que tal ação resulta num choque.

   Todo Atleticano sabe que o rebaixamento não veio naquele impedimento mal marcado a favor do Cruzeiro em Sete Lagoas e muito menos durante aquela atuação apática contra o América de Minas em Uberlândia. O descenso foi “construído” durante todo o campeonato. As primeiras pedras foram colocadas quando nas 10 rodadas iniciais assinalamos apenas UM PONTO. Encaminhamos bem a obra durante todo o campeonato, com as costumeiras panes, onde deixamos jogos ganhos, virarem amargos empates ou derrotas. As 8 rodadas finais jogamos tal qual um aluno que não estudou durante todo o ano letivo e que quando vê a água bater no pescoço, tenta desesperadamente tirar o 9,5 que precisa na prova final.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

E VOCÊ, VAI DESISTIR DO ATLÉTICO?

   
    “Eu como centroavante, como o cara que tem que puxar esse time, tenho que acreditar sempre, por isso decidimos o jogo...” Washington Coração Valente, após virada histórica do Atlético sobre o Flamengo com 2 gols nos 5 minutos finais.
   E se Ziquita tivesse achado que não dava mais, ao entrar naquele clássico em 78? E se Jorginho, Nowac, Oseas, Andrei e companhia tivessem desistido aos 30 segundos do 2º tempo do Atletiba de 1997, quando tomaram o 2 a 0? E se depois de ir pro intervalo com 0 x 1 no placar da semifinal de 2001 contra o Fluminense, Souza, Kleber, Alex Mineiro e companhia tivessem achado que não daria para virar? E se em 2004, aos 42 minutos do 2º tempo Washington tivesse achado que o placar era irreversível? E se nas quartas de final da Libertadores de 2005, contra o badalado Santos de Robinho, a rapaziada tivesse desistido após tomar 0 x 1 e ter Alan Bahia expulso ainda no 1º tempo?
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