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terça-feira, 27 de agosto de 2013

PRIORIDADES E PÉS NO CHÃO!

Quem me conhece sabe que trato futebol de maneira bastante racional, mesmo quando falo do Atlético. Por se tratar de um time médio no cenário nacional, muitas situações devem ser analisadas de outra maneira. O que para o pessoal do eixo é simples e fácil, pra nós é mais complicado e sofrido. E ser Atleticano é bom justamente por isso: Cada gol, cada lance, cada título tem um gosto especial e diferente.

Nosso começo de ano foi muito conturbado com a questão da super pré temporada. Concordei com uma preparação maior, mas achei que poderíamos ter jogado as partidas em casa para que a boleirada adquirisse ritmo de jogo. Não foi feito e pagamos o preço nas primeiras rodadas do nacional. O futebol era ofensivo, mas tomávamos gols em lances bobos de pura falta de ritmo.

No lado verde da cidade tudo foi feito de maneira diferente. O elenco principal voltou de férias e com 3 ou 4 rodadas já atuava. O resultado todos já sabem: tetracampeonato que tanto saborearam e inicio surpreendente no nacional.

Os meses se passaram e o Atlético, após troca de treinador, começou a jogar bola. Cada atleta em sua posição e o mais importante, tesão em jogar com nossa camisa. O resultado da pré temporada? Um time que corre os 90 minutos atropelando adversários fisicamente e com pouquíssimos atletas no DM.

Do outro lado cidade perde-se um atleta por jogo. O craque do time de idade avançada sofre as consequências da maratona de jogos. A baita campanha nos primeiros 25% de campeonato já vai tomando ares de queda livre na tabela. Será que valeu a pena jogar desde meados de Janeiro e agora ter 13 atletas no DM? E tem diretor que tem a cara de pau de vir a publico falar que ficar com 13 atletas no DM faz parte do projeto. Risível né? Cada um com suas prioridades.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

E AS NOSSAS CRIANÇAS?

   Como explicar pra uma criança que é bom torcer pro Atlético?

   Destaco essa pergunta sem nenhum tipo de intenção de criticar A, B ou C diretamente. A intenção é forçar uma reflexão que tem faltado para o clube há vários anos.

   Um pequeno Atleticano que nasceu em 2002 começou a entender o que acontecia dentro das 4 linhas em 2007. Retifiquemos as coisas que essa criança viu de lá pra cá: São 3 campanhas pra não cair, 1 queda, 1 série B e agora mais uma provável luta contra a maldita segundona. Em 7 anos apenas uma boa campanha (2010) em meio a 6 outras bizarras.

   Como fazer o “só eu sei por que eu não fico em casa” fazer sentido pra uma criança que vê o Atlético do tamanho de um Nautico da vida? Como despertar a mesma paixão que sentimos sem que os pequenos tenham a oportunidade de ver lances como os de Paulo Rink, Oseas, Lucas, Adriano, Kleber, Kelly, Alex Mineiro, Jadson, Washington, Dagoberto? Nosso torcedor fictício, hoje com 11 anos, viu quem jogar? Paulo Baier? Com todo o respeito, não chega perto de nenhum dos citados anteriormente. Nosso torcedorzinho não viu falarem do Atlético na TV por 5 meses e ele nunca vê falarem do Atlético em programas nacionais. É visível que não há como sustentar um discurso de paixão com essa motivação de hoje.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

CEMITÉRIO DA BOLA!

Saí de casa animado. Seria mais um final de semana na minha vida com jogo do Trétis. A empolgação era maior, pois agora temos “endereço fixo” até o final do ano, local central e... só.

Cheguei à Vila Capanema meia hora antes do velório. Sim, porque aquilo não era o meu Atlético. Confesso que fiquei impressionado com tudo que me cercava. Nossa torcida não entendendo o porquê da organizada ter decidido de repente que gosta de ver jogos na reta, os goleiros aquecendo ao longe (muito longe), a reta oposta completamente vazia e um silêncio sepulcral. Fiquei abismado com tudo aquilo e reparei que grande maioria não se impressionava com aquele clima bizarro. Lembrei que no ano passado quando o Atlético mandou jogos pelo Paranaense na mesma Vila Capanema eu estava viajando e não fui a nenhum dos jogos. Era nesse clima que a torcida acompanhava o time do Carrasco?

Confesso que me impressionei. Logo comecei a juntar os fatos e concluí: esse estádio foi projetado pra não fazer nenhuma pressão no gramado. Esse estádio foi projetado pra ser ruim. Esse estádio é a materialização de um “cemitério da bola”.

domingo, 2 de junho de 2013

ATACANTES DE VIDRO!

Desde a conquista do acesso no passado, sempre tive a certeza de que estávamos absolutamente tranquilos no que dizia respeito a cozinha rubro negra. De um lado o grande Manoel, o cidadão que impressionou Adriano Imperador pelo poderio de sua "carcaça". Do outro, Cleberson, zagueiro de boa estatura, veloz e com personalidade de quem estreou em meio a uma turbulenta série B e colocou a titularidade em baixo do braço. 

Manoel é um dos melhores zagueiros que vi jogar pelo Atlético. Pós "anos dourados" (99-2005) admirei e confiei em apenas 2 defensores: Paulo André e Manoel. O grande problema do "Carcaça" é que este nunca teve alguém que jogasse futebol no mesmo nível que o seu, para formação de uma dupla. Rhodolfo esboçou ser esse cara, mas preferiu virar purpurina. Quando fez dupla com Rafael Santos e Alex Fraga

sexta-feira, 3 de maio de 2013

RAIVINHA, O ANÃO VERDE!

   Domingo pode ser o inicio de uns dos “tapas na cara” mais bem dados da história. Um time formado por garotos e renegados, tido como time C do Trétis pode se sagrar campeão estadual enfrentando o rival com força máxima e jogadores poupados. 

   Atletiba é sempre Atletiba, não importando se é time A contra time Y. A vontade de vencer tem que ser a mesma sempre. A rivalidade é gigantesca e as provocações são inevitáveis. O interessante é que um atleta verde vem tendo atitudes bastante estranhas. Quando saiu vitorioso de vários clássicos seguidos sorriu, se divertiu e jamais se importou com o resto. Quando em diversas oportunidades tirou sarrinho da torcida visitante do Atlético no Erasmo Carlos tudo era maravilhoso. No clássico pelo 1° turno do Paranaense de 2011 o Coritiba atropelou o combalido Atlético de Fransergio. A cada gol verde o atleta de 1 metro e meio fazia sinaizinhos de silêncio pra torcida do Atlético. Comemoração de gol imitando cachorrinho de madame também já passou pelo repertório do craque.

   Acontece que no ultimo Atletiba o atletinha verde viu sua esquadra de mais vitoriosos da

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O CHORO DE UM ATLETICANO!

   Tenho certeza que você já se imaginou vestindo o manto do Trétis dentro das 4 linhas. Mais do que isso, todos já sonharam marcar um gol e sentir o coração saindo pela boca de emoção. E fazer um gol com a camisa do Atlético em um Atletiba? Só quem é atleticano sabe do que estou falado.

   Um menino vindo do Piauí pra jogar num dos mais vibrantes clubes do Brasil, com certeza já deve ter ouvido falar sobre a fama que a torcida atleticana tem de mudar jogos, inflamar jogadores e tornar o campo de jogo num lugar que mais parece ser de outro plano espiritual. Esse mesmo garoto desde que chegou só atuou pelo sub 23, ainda não tendo tido a oportunidade de experimentar a sensação de estar num jogo onde a torcida se entrega de corpo alma durante 90 minutos. Eis que uma chance clara de gol cai no colo do garoto vinda diretamente da pisada na bola de São Escudero. O menino não tem duvida.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

23 DE JANEIRO!


   Ontem foi 23 de Janeiro pro Atlético. Explico: Nesta data o Atlético jogava a segunda partida da temporada 2013 contra o Nacional de Rolândia com o Sub23. Ontem, a segunda partida da temporada 2013, mas dessa vez para o time principal. Não há como esperar um time atropelando tudo e todos num “inicio de temporada” e é isso que o Atlético tem nos apresentado.

   Ontem, além do fator “inicio de temporada”, tivemos um adversário com 11 atletas atrás do meio campo. Some-se a isso a pressão velada de que se tomarmos um gol os chatos/consumidores/exigentes do barranco caem moendo o time. Na primeira etapa, apesar da falta de grandes lances de arremate, o Atlético trabalhou bem a bola dentro de um campo de ataque completamente povoado. Penso que faltou um pouco mais de vontade de um ou outro jogador, mas na conta final penso que o time foi razoável diante dos fatores já citados.

PAULO BAIER
   
   O infindável Paulo Baier mostrou seu cartão de visitas em 2013. Saiu do banco e penso que não pegou na bola mais do que 10 ou 12 vezes. Como resultado 1 gol e 1 assistência. Finalmente aprenderam a usar a técnica e experiência do veterano com inteligência.
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