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segunda-feira, 8 de julho de 2013

CEMITÉRIO DA BOLA!

Saí de casa animado. Seria mais um final de semana na minha vida com jogo do Trétis. A empolgação era maior, pois agora temos “endereço fixo” até o final do ano, local central e... só.

Cheguei à Vila Capanema meia hora antes do velório. Sim, porque aquilo não era o meu Atlético. Confesso que fiquei impressionado com tudo que me cercava. Nossa torcida não entendendo o porquê da organizada ter decidido de repente que gosta de ver jogos na reta, os goleiros aquecendo ao longe (muito longe), a reta oposta completamente vazia e um silêncio sepulcral. Fiquei abismado com tudo aquilo e reparei que grande maioria não se impressionava com aquele clima bizarro. Lembrei que no ano passado quando o Atlético mandou jogos pelo Paranaense na mesma Vila Capanema eu estava viajando e não fui a nenhum dos jogos. Era nesse clima que a torcida acompanhava o time do Carrasco?

Confesso que me impressionei. Logo comecei a juntar os fatos e concluí: esse estádio foi projetado pra não fazer nenhuma pressão no gramado. Esse estádio foi projetado pra ser ruim. Esse estádio é a materialização de um “cemitério da bola”.

domingo, 2 de junho de 2013

ATACANTES DE VIDRO!

Desde a conquista do acesso no passado, sempre tive a certeza de que estávamos absolutamente tranquilos no que dizia respeito a cozinha rubro negra. De um lado o grande Manoel, o cidadão que impressionou Adriano Imperador pelo poderio de sua "carcaça". Do outro, Cleberson, zagueiro de boa estatura, veloz e com personalidade de quem estreou em meio a uma turbulenta série B e colocou a titularidade em baixo do braço. 

Manoel é um dos melhores zagueiros que vi jogar pelo Atlético. Pós "anos dourados" (99-2005) admirei e confiei em apenas 2 defensores: Paulo André e Manoel. O grande problema do "Carcaça" é que este nunca teve alguém que jogasse futebol no mesmo nível que o seu, para formação de uma dupla. Rhodolfo esboçou ser esse cara, mas preferiu virar purpurina. Quando fez dupla com Rafael Santos e Alex Fraga

sexta-feira, 3 de maio de 2013

RAIVINHA, O ANÃO VERDE!

   Domingo pode ser o inicio de uns dos “tapas na cara” mais bem dados da história. Um time formado por garotos e renegados, tido como time C do Trétis pode se sagrar campeão estadual enfrentando o rival com força máxima e jogadores poupados. 

   Atletiba é sempre Atletiba, não importando se é time A contra time Y. A vontade de vencer tem que ser a mesma sempre. A rivalidade é gigantesca e as provocações são inevitáveis. O interessante é que um atleta verde vem tendo atitudes bastante estranhas. Quando saiu vitorioso de vários clássicos seguidos sorriu, se divertiu e jamais se importou com o resto. Quando em diversas oportunidades tirou sarrinho da torcida visitante do Atlético no Erasmo Carlos tudo era maravilhoso. No clássico pelo 1° turno do Paranaense de 2011 o Coritiba atropelou o combalido Atlético de Fransergio. A cada gol verde o atleta de 1 metro e meio fazia sinaizinhos de silêncio pra torcida do Atlético. Comemoração de gol imitando cachorrinho de madame também já passou pelo repertório do craque.

   Acontece que no ultimo Atletiba o atletinha verde viu sua esquadra de mais vitoriosos da

segunda-feira, 22 de abril de 2013

O CHORO DE UM ATLETICANO!

   Tenho certeza que você já se imaginou vestindo o manto do Trétis dentro das 4 linhas. Mais do que isso, todos já sonharam marcar um gol e sentir o coração saindo pela boca de emoção. E fazer um gol com a camisa do Atlético em um Atletiba? Só quem é atleticano sabe do que estou falado.

   Um menino vindo do Piauí pra jogar num dos mais vibrantes clubes do Brasil, com certeza já deve ter ouvido falar sobre a fama que a torcida atleticana tem de mudar jogos, inflamar jogadores e tornar o campo de jogo num lugar que mais parece ser de outro plano espiritual. Esse mesmo garoto desde que chegou só atuou pelo sub 23, ainda não tendo tido a oportunidade de experimentar a sensação de estar num jogo onde a torcida se entrega de corpo alma durante 90 minutos. Eis que uma chance clara de gol cai no colo do garoto vinda diretamente da pisada na bola de São Escudero. O menino não tem duvida.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

23 DE JANEIRO!


   Ontem foi 23 de Janeiro pro Atlético. Explico: Nesta data o Atlético jogava a segunda partida da temporada 2013 contra o Nacional de Rolândia com o Sub23. Ontem, a segunda partida da temporada 2013, mas dessa vez para o time principal. Não há como esperar um time atropelando tudo e todos num “inicio de temporada” e é isso que o Atlético tem nos apresentado.

   Ontem, além do fator “inicio de temporada”, tivemos um adversário com 11 atletas atrás do meio campo. Some-se a isso a pressão velada de que se tomarmos um gol os chatos/consumidores/exigentes do barranco caem moendo o time. Na primeira etapa, apesar da falta de grandes lances de arremate, o Atlético trabalhou bem a bola dentro de um campo de ataque completamente povoado. Penso que faltou um pouco mais de vontade de um ou outro jogador, mas na conta final penso que o time foi razoável diante dos fatores já citados.

PAULO BAIER
   
   O infindável Paulo Baier mostrou seu cartão de visitas em 2013. Saiu do banco e penso que não pegou na bola mais do que 10 ou 12 vezes. Como resultado 1 gol e 1 assistência. Finalmente aprenderam a usar a técnica e experiência do veterano com inteligência.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

OS DOIS ATLÉTICOS!

 - 23 BIS

   O Atlético sub 23 iniciou o ano com a mesma sonolência que um cidadão comum inicia as
manhãs de 2° feira. Aos trancos e barrancos vem conseguindo se manter vivo no ruralzão 2013 e ainda de quebra mostra algumas caras interessantes para o sofrido torcedor rubro negro. Vemos hoje um time que parece estar no final da tarde de 5° feira, já sentindo o clima efervescente da sexta que se aproxima. O time comandado pelos ariscos "Coutinhotelli", "Seo Santos" e o intrépido Crislan, "o Neymar do Piauí", também conta com alguns "walkers" como Renan Pequeno Fogo e o ranhento alemãozinho pela lateral esquerda. Contrapontos que fazem com que o avião não decole. Renans e Heracleses são furos no tanque de

sexta-feira, 15 de março de 2013

PANELA DE PRESSÃO!


   
   Qual é o pensamento lógico quando se tem um time que não treina, ou por não ter tempo, ou por falta de aplicação de seus atletas? A lógica é que esse time perca gradativamente suas qualidades e se torne uma equipe frágil. Agora, o que esperar de um grupo que treina 3 meses seguidos com uma estrutura de 1° mundo? Espera-se que essa equipe entre em campo e massacre os adversários.

    É exatamente esta a situação atual do elenco rubro negro. A pré temporada de 3 meses vai criando uma expectativa gigantesca no torcedor, que nutre a ideia, inconscientemente, de que verá em campo uma máquina onde os jogadores de vermelho e preto serão muito mais rápidos que os adversário, chutarão mais forte, subirão mais alto e correrão por mais tempo. Quem acompanha futebol sabe perfeitamente que as coisas estão longe de serem simples assim.
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