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quinta-feira, 21 de julho de 2011

OS MEDALHÕES RESOLVEM MESMO?

   Dia desses li sobre uma reportagem que foi publicada por uma revista esportiva britânica (Four Four Two), na qual o futebol brasileiro é destaque. Fez-se um apanhado de fatos e concluiu-se que o futebol do nosso país está regredindo. Nossa seleção nos mostra isso claramente ano após ano, cheia de craques supervalorizados, com seus carrões, correntes de ouro e cabelos/chuteiras que chamam mais a atenção do que o futebol apresentado.

   Além dos aspectos abordados dentro do âmbito da seleção brasileira, existe um outro fator que vem sendo bastante recorrente no futebol brasileiro e que contribui de certa forma para o empobrecimento do nosso futebol. O repatriamento de medalhões da bola vem se tornando cada vez mais normal entre os maiores times do país. Jogadores como Ronaldinho Gaúcho (Flamengo), Gilberto Silva (Grêmio), Adriano (Corinthians), Luis Fabiano (São Paulo), Roberto Carlos (ex-Corinthians), Mancini (Atlético MG), Deco (Fluminense), são alguns exemplos de jogadores caros, com idade avançada e que voltam ao futebol brasileiro com muita fama e pouco resultado efetivo, até o momento pelo menos. Ao contratar jogadores deste porte, clubes acabam investindo em craques do passado, e na maioria das vezes esquecem de mesclar tais atletas com jogadores de base, que são quem de fato,

quinta-feira, 14 de julho de 2011

E SE O MALUCELLI RENUNCIASSE?

Velha Baixada fervendo!

Nunca me esqueço das palavras que ouvi quando criança, de um vizinho que morava no sobrado em frente ao meu. Um sujeito simpático, bonachão, que adorava falar de futebol e assistir jogos da suburbana de Curitiba. Esse cidadão conhecia muito de bola e acompanhava o Atlético à distância. Por diversas vezes presenciei meu pai convidando-o para que nos acompanhasse até a velha Baixada pra mais um show do Trétis no ano de 1996. Certa vez, espantado com o fato do cara ser Atleticano e não ir aos jogos como todo Atleticano doente faz desde sempre, meu pai o questionou: “Porque você nunca vai a jogos do Atlético cara?” A resposta do sujeito ficou pra sempre na minha cabeça: “Não vou porque quando era mais novo comecei a me envolver em

segunda-feira, 4 de julho de 2011

QUEDA LIVRE!

Imagem: UOL Esporte
Se você ainda está aqui interessado em ler conteúdo sobre o Clube Atlético Paranaense, você com certeza é maluco como eu. Porque só não batendo bem das idéias pra se sentar em frente à televisão, e assistir uma morte anunciada, como eu e você fizemos na quinta feira, noite em que servimos de sparring para um pugilista preguiçoso chamado Fluminense. Mas o que é o Atleticano senão um maluco que renova suas esperanças desde 2007, cada vez que o time entra em campo, torcendo para que os dias dourados voltem para os lados da Baixada?

A situação atual está calamitosa. Já se tentou quase tudo dentro do Atlético em apenas 6 meses. Já trocaram técnicos, já fizeram dispensas, já contrataram vários jogadores, já falaram demais, já falaram de menos, já mudaram o esquema tático, já barraram jogador que não servia, já recolocaram o mesmo jogador 2 rodadas depois como esperança... As tentativas de acertar foram várias, porém o grande problema é que nenhuma das atitudes tomadas foi realizada com convicção. A impressão que eu como torcedor tenho, é que temos um monte de aventureiros, quem sabe até bem intencionados, achando que futebol se faz na base da

segunda-feira, 27 de junho de 2011

MANUAL DO INSUCESSO PARA TÉCNICOS DE FUTEBOL!

Sou genial ou não sou?
   Já faz algum tempo que o futebol virou um grande balcão de negócios. Os jogadores saem cada vez mais cedo dos seus países de origem para ganhar cada vez mais grana nasorópa. Com os técnicos não é diferente. Desde que nossos treineiros começaram a dirigir clubes do Oriente Médio e Japão, onde fazem seus pés de meia, a volta para o futebol brasileiro tem sido cada vez mais cara. E como no mercado imobiliário curitibano, os valores estão exorbitantes. Hoje, qualquer apartamento de 2 quartos e/ou técnico com uma fuga da segundona no currículo, custa(m) uma fortuna.

Que? Não falem besteira!
   Os “Professores”, como são chamados pela boleirada, se acostumaram a trabalhar durante pouco tempo num mesmo clube. Não existe projeto de longo prazo, apontando-se somente para uma “conquista” imediata. Missão cumprida? Hora de cair fora na primeira balançada (pedindo o boné ou sendo desligado) em busca de um novo clube que aumente ainda mais os ganhos mensais. O que mais me intriga é que mesmo trabalhando num mercado de tão grande competitividade, os profissionais da área continuam martelando sobre os mesmos erros clube após clube. Os 5 passos para o insucesso, foram elaborados de acordo com

segunda-feira, 20 de junho de 2011

O ESTRANHO CASO DE JOFFRE GUERRÓN!

   Em 2008 a Warner, trouxe as telas do mundo inteiro um filme chamado “O Estranho Caso de Benjamin Button”. Pra quem não teve a oportunidade de ver o filme eu explico rapidamente. Trata-se da história de um cara que nasceu com aparência e sintomas de um idoso e que a medida que sua idade real aumentava, a idade biológica regredia, ou seja, quanto mais novo aparentava ser, mais idade tinha.

   Joffre Guerrón chegou ao Atlético em 2010, com pompa de ser o jogador mais caro já contratado no futebol paranaense. Veio com cartaz de jogador veloz e rompedor, que chega do meio campo à área do adversário com muita rapidez  arrematando forte. Campeão da Libertadores de 2008 pela LDU, fez partidas épicas, tornando-se então, alvo de cobiça de vários clubes.

   Guérron tem quase 40 jogos no Atlético e 10 gols marcados. No ano passado foi peça importante na campanha que quase nos levou a Libertadores 2011. Neste ano, o Equatoriano não fez ainda NENHUMA partida da qual possamos lembrar com orgulho. O pior de tudo, é que a cada

quinta-feira, 9 de junho de 2011

O SONHO ACABOU, MAS TEM COXINHA!

EXTREMAMENTE FÁCIL!

   Como é fácil gritar pro mundo inteiro ouvir o quanto você ama seu clube do coração quando a fase é ótima. É gol de tudo que é jeito, jogador da base entrando bem no profissional, tiriça de outros clubes dando certo, imprensa idolatrando os jogadores e possibilidade de torcedores acompanharem conquistas inéditas devido as suas idades.

FICA, VAI TER COXINHA!
   Se bem me lembro, esse mesmo Coritiba que aí está, sendo quase chamado de Barcelona pela imprensa local, a pouco mais de um ano jogava fora de casa depois de punição por vandalismos cometidos pela sua própria torcida pós rebaixamento para série B em 2009. Alguns fiéis torcedores acompanharam quase todos os jogos do Coxa em Joinvile e outros muitos continuaram sendo sócios da equipe. Hoje depois do recorde nacional de vitórias seguidas e da inédita final de Copa do Brasil, bradam aos 4 cantos do mundo que possuem 30 mil sócios. O número é bonito e impressiona, mas eu quero ver mante-lo sem que o torcedor tenha retorno. O Atlético quando iniciou o Sócio Furacão, chegou rapidamente aos 23 mil associados. Quase 4 anos depois, sem NENHUM retorno efetivo ao torcedor (títulos), perdemos

domingo, 5 de junho de 2011

DÉJÀ VU ETERNO?

   Tristeza, indignação, fadiga, chateação, raiva, medo, frustração, incredulidade, conformação... Esses são alguns dos muitos sentimentos que passam antes, durante e depois dos jogos, pela cabeça e coração do torcedor Atleticano. Se fosse pra tentar listar absolutamente todos, faltaria espaço.

   A escassez de bom futebol, gols e vitórias faz com que todos os problemas do Atlético borbulhem de uma só vez. A atual fase está tão maçante, que os jornais, se quiserem, não precisam nem escrever matérias novas pra edição da Coxa-feira. Os problemas são sempre os mesmos, é só requentar.

   Hoje, absolutamente tudo é motivo para discussão e atrito no que diz respeito ao Atlético. Algumas perguntas passam pela cabeça de todos os Atleticanos: O que fizeram com o Trétis? Onde está o meu furacão? Além destas perguntas que tentamos responder
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