No livro "Clube Atlético Paranaense - Uma Paixão Eterna" (Heriberto Ivan Machado, Valério Hoerner Junior e José Paulo Fagnani), a descrição do camisa 10 é clara: "...identificou-se de tal maneira com o clube e com a torcida - que o venera - a ponto de renovar o contrato e dizer que encerrará a sua carreira em defesa da camisa do Furacão..."
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
PAULO CESAR BAIER: ÍDOLO OU VILÃO?
Paulo Baier dispensa comentários e prévias apresentações. Ele é o atleta do Atlético, mais conhecido por NÃO torcedores do Atlético, dentro do elenco do clube nos últimos 3 anos. Pode estar machucado, suspenso, de mal com a torcida, em má fase ou sendo poupado, que sempre haverá aquele "raso" comentarista Premiere, pra dizer que o Atlético está sentindo falta do capitão, na meiuca.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
REPÚBLICA DO LENÇO DE PAPEL!
Nossa
torcida está se tornando um mar de lamentações, insuportável. Arbitragem, FPF,
RPC, PFC, e todo o resto do mundo está contra nós. Todos os nossos revezes tem
uma explicação lógica e plausível que quase sempre mostra que o mal resultado
não é culpa nossa.
Quando
deixamos de “temer a própria morte” e nos tornamos criadores de teorias de
conspiração e perseguição que justificam tudo que acontece de errado com o
Atlético?
É
chegada a hora de voltarmos a ser o Atlético que o próprio Petraglia, em 1996,
nos fez começar a enxergar como caminho viável e único. O Atlético que não
depende de ninguém para alcançar seus objetivos, que não se importa com o que
um babaca ou outro está dizendo num jornal/rádio/programa de tv ou o Atlético
que com um jogador a menos ou com um gol atrás do placar, vai atrás do
resultado e vira o jogo suando sangue. Chega de usarmos nossas energias para
criarmos desculpas e teorias mirabolantes.
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Toronto, ON
quinta-feira, 8 de março de 2012
É PROIBIDO FALAR!
Em 1964, Roberto Carlos lança um sucesso de nome É Proibido Fumar, escrito por ele mesmo em parceria com Erasmo Carlos. De lá pra cá muitos grandes artistas tais como Rita Lee, Raul Seixas, Skank e o próprio Erasmo, regravaram a música dentro de seus estilos. Em meados de 2009, o Clube Atlético Paranaense sofre uma ruptura política e vê o surgimento de uma oposição forte e bastante atuante. Desde então, toda e qualquer atitude tomada pelo antigo presidente, sempre foi vista com olhos negativos, gerando pressão sobre seu mandato. Obviamente Marcos Malucelli teve uma péssima gestão, com muitos erros primários e falta de postura em muitos momentos, mas até mesmo fatos onde não se viam erros, eram demonizados.
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
NEM 8 NEM 80!
Passadas 5 rodadas desde o início do famigerado ruralzão, já podemos ter pelo menos uma idéia de como estão as coisas no futebol do Trétis.
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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
SEM INVENÇÕES, POR FAVOR!
Não é de hoje que o torcedor Atleticano vem tendo que se acostumar com testes e invenções impressionantes, elaboradas dentro do CT do Caju. A coisa da invenção é tão forte, que as vezes chega a parecer que é uma regra, constante no contrato dos treinadores: “Terá o Sr. XXX, a obrigação de deixar à instituição Atlético Paranaense, pelo menos 1 (UMA) invenção, para fins de estudo da paciência do torcedor e de incitação a chacota de torcedores rivais e imprensa do Estado.”
Analisando o assunto rapidamente pude lembrar de alguns nomes de treinadores que por aqui passaram recentemente e que já fizeram suas experiências no Ct do Caju:
sexta-feira, 20 de janeiro de 2012
E QUANDO O DESAFORTUNADO É ORGULHOSO?
"Já havia passado 5 anos desde que aquele mendigo aparecera em frente à loja de Petráquio. Todos os dias, ao abrir as portas do seu comércio Petráquio observava a situação daquele ser sem semblante, sem objetivos, sem vida. Algumas vezes surpreendeu-se ao ver transeuntes sendo ignorados pelo fétido mendigo, quando estes lhe ofereciam algum trocado ou algo para comer. Refletindo sobre essas situações e tentando ajudar o mendigo, Petráquio certa vez se aproximou do pobre homem, e lhe fez uma proposta: O mendigo deveria somente segurar uma placa que continha o nome do comércio de Petráquio e uma seta em destaque apontando para a porta da loja. Para que o mendigo fizesse isso, o comerciante lhe pagaria 100 dinheiros por semana. O mendigo então, em atitude surpreendente, olhou pra cima com ar de nobre e contrapropôs 500 dinheiros por semana. Petráquio não acreditou no que ouviu, pois acompanhava diariamente o drama vivido pelo pobre mendigo que nem meio dinheiro possuía. O
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
O MAIOR PRESENTE DA HISTÓRIA!
Como não associar Natal ao Atlético? Ainda não encontrei forma de dissociar uma coisa da outra e também nem quero. Todos os Atleticanos do mundo acordaram no dia 24 de dezembro de 2001 com apenas um pensamento: EU SOU CAMPEÃO BRASILEIRO!
Inesquecível. Durante todo o campeonato de 2001, jogos épicos. Como esquecer as goleadas fora de casa frente à Ponte Preta e Santa Cruz? Como não lembrar com lágrimas nos olhos do 6 x 3 no Bahia, com show de Kleber? Como esquecer daquela formação que jamais sairá da memória e da ponta da língua do Atleticano? Flavio, Alessandro, Gustavo, Nem, Rogério Correa e Fabiano. Cocito, Kleberson e Adriano. Kleber e Alex Mineiro. Claro que eu e você sempre fazemos questão de citar as participações especiais do reserva de luxo, Souza.
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